Na reunião em Doha, a capital de Catar, os representantes de maiores países-produtores de petróleo (Arábia Saudita, Catar, Venezuela e Rússia) chegaram a uns acordos sobre manter volumes de extração de petróleo em nível de janeiro Mas embora isto, ontem, os preços do petróleo caíram novamente. O petróleo de marca Brent terminou ontem o dia de negócio, encerrando com o preço 34.00 dólares por barril.

Anteriormente, nesta semana, os representantes de países acima mencionados declararam que poderão limitar a extração de petróleo em níveis atuais, em caso de Irão e Iraque se juntarem ao acordo. Por enquanto, o Iraque recusou juntar-se ao acordo sobre limite de extração e repetiu suas intenções para aumentar a mesma até níveis antecedentes de sanções, ou seja, aproximadamente 4,2 milhões de barris por dia.

Na quinta-feira, os preços do petróleo caíram após de reservas nos EUA atingiram o novo recorde máximo. O Ministério das Energias dos EUA comunicou que as reservas de petróleo crude aumentaram 2,147 milhões na última semana, até 504,1 milhões de barris, isto é o novo recorde máximo. Desta maneira, os EUA subiu o excesso de oferta no mercado mundial de petróleo. Pela última vez, as reservas excederam 500 milhões de barris em ano 1930. Devido a oferta excessiva no mercado mundial, os preços do petróleo caíram mais de 70% de máximos atingidos em junho do ano 2014.

Os contratos futuros sobre petróleo de marca Brent para abril na ICE Futures em Londres desvalorizaram-se até 30.40 dólares por barril.

Os países-produtores de petróleo compreendem perfeitamente que o aumento da extração leva à queda de preços do petróleo, mas a falta de vontade de ceder sua quota no mercado não deixa as chances para reduzir o nível da extração do petróleo.

A queda dos preços do petróleo diminui os lucros das companhias-produtoras de petróleo que estão forçadas para reduzir os investimentos e despedir o pessoal. Também está a sofrer o orçame,to de países-produtores de petróleo. Assim, o orçamento da Arábia Saudita atingiu um défice recorde que consistiu em 98 milhões de dólares no ano passado ou 15% de PIB do país.

Por sua vez, a economia mundial enfrenta os problemas de desaceleração de inflação, redução de capacidades de produção ativas, abrandamento de ritmos do aumento de salários, diminuição de nível do consumo interno por população, despedimento forçado de pessoal em algumas áreas da economia, antes de tudo, relacionadas com a prospeção e extração de matérias-primas.

Assim, a Organização da Cooperação Económica e do Desenvolvimento (OCED) reduziu a previsão do crescimento do PIB mundial até 3% para o ano 2016.

Desta maneira, devido a instabilidade contínua do mercado financeiro mundial e também, a concorrência crescente entre maiores países-produtores de petróleo, o desequilíbrio enter oferta e demanda de petróleo no mercado mundial vai a aumentar. Os preços do petróleo vai a permanecer sob pressão, por enquanto a situação nas praças financeiras mundiais não será corrigida ou países-produtores de petróleo não chegarão ao acordo sobre coletiva redução de volumes da extração de petróleo, mas isto parece ainda pouco provável.




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